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Grupo Raça

Produção, indústriae exportaçãointegradas

Do campo aos mercados globais, o Grupo Raça conecta produção própria, gestão pecuária, indústria e logística internacional.

Modelo de negócio

Uma plataforma pecuária integrada

Três unidades conectadas para acompanhar os animais e atender diferentes mercados.

Raça Fazendas

Cria, recria, engorda, confinamento e fornecimento estratégico.

Conhecer a operação →

Frigo Raça

Abate, processamento e comercialização de carne, miúdos e subprodutos.

Conhecer a indústria →

Raça Export

Originação, preparação sanitária, logística e exportação de gado vivo.

Conhecer a exportação →
Visão empresarial

Do conhecimentodo campo nasceu umaplataforma integrada

O Grupo Raça começou na produção e comercialização de gado. A experiência acumulada em cada etapa revelou uma oportunidade: conectar fazendas, indústria e exportação para ampliar o controle, a eficiência e a capacidade de atender diferentes mercados.

Produção própriaExperiência na criação, recria, engorda e comercialização de animais.
Integração industrialAmpliação da captura de valor por meio do Frigo Raça.
Mercados globaisUma operação especializada em exportação de gado vivo.
Mapa da presença estratégica do Grupo Raça no Brasil
Presença estratégica

Do sul do Tocantins ao Porto de Vila do Conde

  • Fazendas no sul do Tocantins
  • Frigorífico em Miranorte
  • Confinamento e pré-embarque em Moju
  • Acesso portuário por Barcarena
Pessoas

Guardiões da Cultura

Os Guardiões da Cultura são colaboradores que conhecem, praticam e ajudam a transmitir os valores do Grupo Raça. No dia a dia, eles apoiam a integração das equipes e fortalecem uma forma comum de trabalhar, decidir e representar a empresa.

Origem e rastreabilidade

Informação acompanhando cada lote

Identificação, movimentação, controle sanitário e monitoramento de origem conectam produção, indústria e exportação.

RFIDGestão por loteControle sanitário
Conteúdo

Notícias e conhecimento

Informação atual sobre exportação, indústria e gestão pecuária.

Exportação

Exportação de gado vivo: o que sustenta uma operação de escala

Sanidade, preparação, logística e coordenação internacional definem a consistência de cada embarque.

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Indústria

Frigorífico bovino: qualidade começa antes da linha de abate

Origem, manejo, inspeção e controle de processo determinam eficiência e segurança na indústria.

Ler artigo →
Pecuária

Rastreabilidade bovina: informação que conecta campo e mercado

Identificação individual e gestão por lote ampliam controle, previsibilidade e acesso a mercados.

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O Grupo

Uma história construída
entre a origem e o mercado

Produção pecuária, indústria frigorífica e exportação de gado vivo em uma operação conectada.

Essência

Raça é a forma como conduzimos a empresa

O nome conecta genética, origem, trabalho e proximidade com quem participa da operação.

“Raça não é sobre a raça do gado. É sobre a forma como conduzimos a empresa.”
Nossa forma de fazer negócios

Presença, palavra e entrega

Três fundamentos orientam a relação do Grupo Raça com clientes, parceiros e colaboradores.

01

Presença

Participamos de perto das decisões, das operações e dos relacionamentos que sustentam o negócio.

02

Palavra

Tratamos cada compromisso com seriedade, clareza e responsabilidade.

03

Entrega

Transformamos experiência, estrutura e coordenação operacional em resultados consistentes.

Trajetória

Evolução corporativa

1999Início das atividades pecuárias
2010Atividades com a raça Angus
2015Expansão das fazendas
2023Operação de exportação
2024Ampliação dos confinamentos
2025Formação do Frigo Raça
2026Governança e tecnologia
Liderança presente

Crescer sem perder a proximidade

No Grupo Raça, liderança significa estar presente. No campo, na indústria, nos embarques e perto das pessoas que fazem a operação acontecer.

Mesmo com o crescimento da estrutura, a empresa preserva relações diretas, decisões próximas da operação e atenção genuína aos colaboradores, clientes e parceiros.

Conhecer as pessoas, ouvir quem está na operação e acompanhar o trabalho de perto.

Uma forma de liderar que aproxima estratégia, operação e pessoas.

Pessoas

Guardiões da Cultura

Os Guardiões da Cultura são colaboradores que conhecem, praticam e ajudam a transmitir os valores do Grupo Raça. No dia a dia, eles apoiam a integração das equipes e fortalecem uma forma comum de trabalhar, decidir e representar a empresa.

Raça Fazendas

Uma base produtiva
preparada para escala

Cria, recria, engorda e confinamento conectados à indústria e à exportação.

11fazendas
+20 milhectares
+30 milanimais em circulação
Ciclo produtivo

Acompanhamento desde a origem

01

Matrizes e inseminação

Seleção genética e manejo reprodutivo orientam a formação de um rebanho produtivo e consistente.

02

Nascimento e desmama

Os animais recebem acompanhamento desde o nascimento, com atenção à sanidade, nutrição e desenvolvimento.

03

Cria e recria

Manejo por lotes e controle de desempenho sustentam o crescimento saudável em cada fase.

04

Engorda

Nutrição planejada e monitoramento de peso aumentam a eficiência e preparam os animais para o destino ideal.

05

Confinamento

Dietas, permanência e conversão alimentar são acompanhadas para otimizar produtividade e custo por arroba.

06

Frigorífico ou exportação

Cada lote é direcionado ao mercado mais adequado conforme perfil, demanda e estratégia comercial.

Gestão por lote

Informação paraacompanhar desempenhoe custos

  • Controle sanitário
  • Pesagens e ganho de peso
  • Resultado por lote
  • Histórico de movimentação
Raça Export

Experiência brasileira em
exportação de gado vivo

Originação, preparação sanitária e coordenação logística para embarques internacionais.

25operações marítimas
+150 milexportados em 12 meses
5quarentenas próprias
Operação

Escala, controle sanitário e logística

  • Base operacional em Moju
  • Originação nacional
  • Compradores internacionais
  • Navios de grande porte
Relações internacionais

Confiança construída pessoalmente

A entrada do Grupo Raça no mercado internacional começou com presença. A empresa foi ao encontro dos compradores, apresentou sua operação e construiu relações comerciais baseadas em proximidade, transparência e compromisso com a entrega.

Essa forma de trabalhar permanece presente em cada negociação, do alinhamento comercial ao acompanhamento do embarque.

Relacionamento direto com compradoresCoordenação completa da operaçãoAcompanhamento antes, durante e depois do embarque
Categorias

Animais para diferentes mercados

Nelore, Angus, garrotes, bois gordos e cruzamentos para atender diferentes mercados.

Frigo Raça

Capacidade industrial
em expansão

Estrutura industrial, logística e atendimento próximo para abastecer o mercado nacional.

Frigo Raça
Evolução industrial

Uma estrutura preparada para ampliar a operação

120cabeças/dia · 2024
240cabeças/dia · 2025
400autorizadas · jul 2026
Estrutura

Da recepção à expedição

  • Recepção e currais
  • Linha de abate
  • Câmaras frias
  • Controle de qualidade
  • Expedição
  • Miúdos e subprodutos
Portfólio

Produtos para diferentes canais

Exportação

Exportação de gado vivo: o que sustenta uma operação de escala

Sanidade, preparação, logística e coordenação internacional definem a consistência de cada embarque.

27 de julho de 2026 · 6 min de leitura
Foto: Tom Fisk / Pexels

A exportação de gado vivo exige muito mais do que reunir animais e contratar um navio. Cada operação depende de protocolos sanitários, documentação, estrutura de pré-embarque, transporte terrestre, coordenação portuária e alinhamento com o comprador.

Mercados mais diversos elevam o nível de exigência

O MAPA informou que o Brasil consolidou 507 aberturas de mercado desde 2023 até o fim de 2025. Bovinos vivos estiveram entre os segmentos beneficiados. A ampliação de destinos cria oportunidades e aumenta a variedade de exigências sanitárias, comerciais e documentais.

Em 2025, Brasil e Turquia concluíram a negociação para exportação de bovinos vivos destinados à reprodução, abrindo uma frente de negócio além das operações voltadas ao abate ou à engorda.

A operação começa antes do embarque

Seleção por categoria e peso, identificação, exames, quarentena e preparação nutricional formam a base do processo. A documentação acompanha o lote enquanto campo, sanidade e logística trabalham sobre o mesmo cronograma.

Escala com controle depende da integração entre origem, preparação sanitária, transporte, acesso portuário e comunicação com o comprador.

Previsibilidade protege a operação

Embarques de grande porte concentram animais, pessoas, veículos e documentos em uma janela curta. Um atraso em uma etapa afeta as seguintes. Por isso, capacidade física sem coordenação não basta.

A consistência aparece quando cada responsabilidade está definida, registrada e conectada às demais.

Grupo Raça

Produção, indústria e exportação conectadas

Indústria

Frigorífico bovino: qualidade começa antes da linha de abate

Origem, manejo, inspeção e controle de processo determinam eficiência e segurança na indústria.

27 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Foto: Mark Stebnicki / Pexels

O desempenho de um frigorífico não é definido apenas pela velocidade da linha. Qualidade da matéria-prima, regularidade do fornecimento, manejo pré-abate, inspeção, frio e expedição precisam funcionar em sequência.

O setor opera em um novo patamar de volume

O IBGE informou que o abate de bovinos no Brasil atingiu recorde em 2025. Um mercado maior amplia oportunidades e reforça a importância do controle de capacidade, da programação de lotes e do equilíbrio entre compra, produção, câmaras frias e expedição.

A utilização eficiente da planta depende de fluxo: animais, carcaças, miúdos, subprodutos e informações precisam avançar sem gargalos.

Inspeção e processo caminham juntos

O manual do MAPA revisado em março de 2026 detalha responsabilidades antes e depois do abate. O estabelecimento deve oferecer estrutura para exames e preservar a identificação entre carcaça, cabeça e vísceras.

Esses controles sustentam inocuidade, padronização e confiança comercial. Uma planta organizada transforma exigência sanitária em rotina.

Integração melhora o aproveitamento

Quando fazendas e frigorífico compartilham informações sobre categoria, peso e histórico do lote, a indústria programa melhor escala, equipe, armazenamento e destino comercial.

Eficiência industrial nasce da soma entre controle sanitário, gestão e conhecimento da origem.

Grupo Raça

Produção, indústria e exportação conectadas

Pecuária

Rastreabilidade bovina: informação que conecta campo e mercado

Identificação individual e gestão por lote ampliam controle, previsibilidade e acesso a mercados.

27 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Foto: Clarissa Schwarz / Pexels

Rastrear um animal é transformar sua trajetória em informação útil. Origem, movimentações, manejo sanitário, pesagens e destino deixam de existir em registros isolados e passam a formar um histórico.

A identificação ganhou prioridade nacional

O MAPA incluiu o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos entre as prioridades para 2025 e 2026. A direção é ampliar a capacidade de acompanhar o rebanho e fortalecer a segurança dos produtos de origem animal.

O SISBOV organiza informações para rastrear bovinos e bubalinos do nascimento ao abate.

Rastreabilidade também é gestão

No campo, identificação individual e gestão por lote ajudam a comparar ganho de peso, permanência, dieta, sanidade e custo. O valor está na capacidade de usar os dados para corrigir desvios e escolher o melhor destino de cada animal.

Uma base consistente mostra quais lotes ganharam mais peso, quais permaneceram além do previsto e quais estão prontos para indústria ou exportação.

Informação reduz atrito entre as etapas

Quando produção, confinamento, frigorífico e exportação consultam informações compatíveis, diminuem retrabalho e incerteza.

A rastreabilidade conecta manejo, nutrição e inspeção, permitindo demonstrar origem e atender mercados mais exigentes.

Grupo Raça

Produção, indústria e exportação conectadas

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